quarta-feira, julho 04, 2007

10 de Junho - Fotos

Cerca de trezentos nacionalistas de todo o país juntaram-se a 10 de Junho para celebrar o Dia de Portugal

O encontro teve início pelas 16h no Príncipe Real, em Lisboa, onde mais de duas centenas de pessoas se foram reunindo para dar início ao desfile programado até ao Largo Camões, local emblemático das celebrações nacionalistas do 10 de Junho. Durante a marcha, ordeira e disciplinada como é timbre dos nacionalistas, foram ouvidas palavras de ordem a exaltar o orgulho nacional ou de protesto contra o estado a que chegou o nosso país e bastantes lisboetas demostraram o seu apoio ao PNR, partido que se candidata às próximas eleições intercalares para a CML.

No Largo Camões mais umas dezenas de pessoas – que não quiseram ir «celebrar» uma espécie de funeral ao lado de José Sócrates e Cavaco Silva - aguardavam a chegada do desfile tendo-se juntado para ouvir os discursos os oradores Nuno Bispo e José Pinto-Coelho.

Nuno Bispo começou por chamar a atenção para a perseguição política de que estão a ser alvo os nacionalistas, nomeadamente através da aterrorização mediática provocada por certa comunicação social, como salientou. Depois apelou para uma forte mobilização em torno do PNR, o único partido que defende verdadeiramente os portugueses, apontando como objectivo e necessidade a representação parlamentar dos nacionalistas.

José Pinto-Coelho, presidente do partido, começou por denunciar o conluio dos partidos do sistema, que apelidou de sub-secções do mesmo sistema de destruição nacional, responsáveis pelo estado miserável a que chegou o nosso país. Depois alertou para o perigo do pensamento único, que se prepara para aprovar um tratado constitucional, mais uma vez nas costas dos portugueses e num embrulho «light».

Em jeito de pré-campanha para as intercalares chamou ainda a atenção para alguns problemas da cidade de Lisboa, que afinal começam a generalizar-se por todo o país, reforçando o apoio ao comércio tradicional e exigindo mais segurança nas nossas ruas.
No final foi entoado o hino nacional, num espírito de união e esperança em torno do projecto nacionalista, tendo ficado a promessa de um combate sério e determinado para resgatar Portugal.






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